O amor é clichê, essa é uma grande verdade. E se o amor virar coração partido, será mais clichê ainda.
Mas mesmo sendo clichê, o amor pra mim, é algo bastante complicado, difícil de identificar, quase impossível de se dizer.
Sempre que percebo algum sintoma de que pode ser amor, fico buscando alternativas pra me enganar, pra justificar que não é isso o que estou sentindo, e fico repetindo pra mim mesma que é só tesão, admiração, ou qualquer outra coisa.
Só que chega uma hora que não dá mais pra me enganar, pra fingir que não vejo e que não sinto. Ele está ali, pegando no pé, apertando a garganta, tirando o ar.
É amor!
Então vem a angústia: – digo pra ele? Ele merece meu amor?
Quase nunca confesso, espero passar, mais cedo ou mais tarde vai perder a graça mesmo.
Mas com você fiz diferente, eu disse. Olhei no fundo dos seus olhos e disse: – eu te amo! Com todas as letras e entonação necessária pra tirar qualquer um do estado de conforto e segurança.
Eu disse, mesmo sabendo que o amor era só meu. Mesmo sabendo que estávamos numa relação sem objetivos concretos, que era só um caso, um affair, uma trepada, ou sei lá o quê.
Disse mesmo sabendo que ia doer ouvir a resposta. Que eu ia chorar até cansar, até encharcar o travesseiro e que a minha confissão ia por fim a tudo.
Amar não estava nos planos, nunca está.
Simplesmente se começa a amar alguém por motivos ínfimos, por pequenas coisas.
E por que eu fui amar justamente você?
Acho que porque você tem esse sorriso bobo e esse cheiro bom detrás da orelha, e porque o seu abraço me separava do resto do mundo.
E o que faço agora?
Agora eu pego o meu amor por você e prendo e paro de alimentá-lo e ele sentirá fome e sede… E morrerá, aos poucos, anoréxico.
E até que ele morra terei de conviver com a desesperadora ausência de você, terei de disfarçar toda a minha dor atrás de um sorriso sem graça, terei de fingir pra mim para que o mundo acredite que está tudo bem, terei de acordar todas as manhãs e me lembrar de que um dia tudo isso vai passar e terei de controlar a imensa vontade que sinto de ligar pra você quando a saudade aperta.
Bem, passei no seu blogs anterior, e admirei primeiro o título… Adoraria ser burra tmb… Ser esperta demais as vezes cansa…. E ao ler seu texto, percebi que estou na mesma situação….mas meu orgulho me leva a ler de maneira diferente ^^’ Espero que você me faça uma visita tmb, e q logo logo, nossos amores anoréxos desapareçam. hehhehehehehe
o/
primaaaaaaaaaaaa!
asioduaosduosaudo
Adorei seu blog, interessa troca de link?
Deixe recado no meu blog.
Um Abraço.
Noooossa!! Como eu queria ser burra…